quinta-feira, 17 de setembro de 2009
A caminho da magia
terça-feira, 8 de setembro de 2009
União Européia critica EUA por querer cobrar taxa de turista europeu
quinta-feira, 6 de agosto de 2009
Companhia aérea oferece "seguro antichuva" a passageiros
Pessoal, as notícias matinais são as melhores! Não havia 20 minutos que eu estava acordado e ao ver como o dia lá fora está, ensolarado e uma temperatura agradável, vou ler algumas notícias e me deparo logo que esta de "seguro antichuva", coisa que nunca havia pensado que poderia existir! Porém gostei da ideia!
segunda-feira, 8 de junho de 2009
O que causa a turbulência em aviões?
Voltei! Enquanto estive na Europa, andei muito de avião, porém em nenhum deles teve turbulência, uma amiga minha não teve tanta sorte e sua ida a Portugal, segundo ela, foi um caos. Mas o que causa a turbulência? Achei está notícia, provavelmente por causa da queda do avião da Air Frace. Por curiosidade para quem quiser saber mais leiam!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Britânicos preparam plano de revitalização para SP
domingo, 19 de abril de 2009
Parque temático no Japão reproduz em miniatura monumentos do mundo todo

Carregando o slogan de “o maior parque de cópias do mundo”, em Tobu, você pode conhecer o mundo todo com muitos detalhes vistos de cima e em poucas horas.
Porém, para ver os monumentos mais importantes do mundo em miniatura, você não precisa necessariamente ir ao Japão. No site do parque, é possível fazer uma viagem virtual e se surpreender grandemente com esses pequenos mimos globais.

Spintravel
sábado, 18 de abril de 2009
Curiosidade: Hábitos e costumes nos países – como evitar mancadas
Tocar em alguém durante uma conversa
Na Coréia, Tailândia, China, Europa e Oriente Médio isto pode não agradar nem um pouco. Na Coréia, é pior: dar tapinhas nas costas de um desconhecido é simplesmente um comportamento anti-social. Enquanto isto, na Tailândia, onde a cabeça é sagrada, nem pense em encostar o dedo nesta área do corpo de outra pessoa, mesmo que se trate de uma criança. Em países orientais, até demonstrações públicas de afeto, mesmo que por um casal, são inaceitáveis. No Qatar e Arábia Saudita, onde homens sequer interagem com mulheres, tocar nelas em público nem pensar. Já em alguns países mediterrâneos, assim como ocorre no Brasil, se você não tocar de vez em quando no braço do interlocutor enquanto fala, ou não cumprimentar com abraços ou beijos, pode ser considerado um alienígena frio e insensível.
Uso da mão direita e esquerda
Muitas culturas, como a da Índia, Marrocos, África e Oriente Médio, dão preferência a comer com as mãos. Nestes casos, como a refeição é geralmente comunitária, após lavar bem as mãos, use apenas a mão direita para se alimentar, pois a esquerda serve para outras coisas. Até canhotos são obrigados a obedecer esta regra. Na travessa oferecida, só pegue a porção bem próxima a você. Colocar a mão no meio da comida é considerado grosseria e voracidade. A dica aqui é observar, e repetir o que as pessoas fazem enquanto comem.
Quando tirar as roupas é o melhor a fazer
Nos países escandinavos e Turquia é ofensivo vestir roupas de banho, shorts e camisetas, roupa de baixo ou qualquer peça do vestuário em saunas, salas de banho a vapor, ou outros lugares considerados de purificação ou reflexão. Ali, o mundo exterior, representado pelo vestuário, deve ficar do lado de fora. Na Escandinávia, famílias inteiras costumam freqüentar a sauna totalmente nuas. Uma boa maneira de contornar a situação é sentar sobre uma toalha dobrada, que serve para tapear e se enrolar nela se a situação ficar preta.
Colar de flores não é só enfeite
No Havaí, recusar ou tirar o colar de flores (chamado de lei) do pescoço na hora que é ofertado pega muito mal. É que os leis não são apenas bonitos enfeites florais que você recebe na hora que chega às ilhas ou vai a um luau, mas um símbolo secular de boas vindas, amizade e consideração.
Contato visual, vai encarar?
Na Coréia, Japão e Alemanha é ofensivo encarar o interlocutor, enquanto nos Estados Unidos, por exemplo, é sinal de consideração, atenção e honestidade. Quando brindar com amigos numa cervejaria alemã, é melhor cruzar os olhos para evitar sete anos de azar na cama, diz a superstição.
Beber álcool em grupo
A etiqueta da melhor forma de beber socialmente varia de cultura para cultura. Na Rússia, deixar de virar goela abaixo vodca de uma tragada pega muito mal. Na França ninguém completa um cálice de vinho sem oferecer mais aos companheiros de mesa. Na Coréia a mulher pode encher copos de bebida para os homens, mas jamais para outras mulheres. Lá, se alguém quiser mais, primeiro terá que esvaziar totalmente o copo. E em alguns países da América Latina, encher os copos com a mão esquerda dá azar.
Viaje Aqui
quinta-feira, 19 de março de 2009
Lagos - 08 de Março
Lagos é assim, pequena, típica, histórica e um dia ensolarado! Aí está um pouco sobre a pequena cidade.
As praias ao redor de Lagos são consideradas algumas das mais belas do Algarve, como a Praia de Dona Ana, Praia do Camilo e a Meia Praia, cujo areal se estende por quatro quilômetros a Oeste de Lagos. Todavia, é na baía de Lagos que abriga a Ponta da Piedade, que é mais admirado pelos visitantes, com as suas grutas, rochas e águas maravilhosamente transparentes.
Ao norte de Lagos, a Barragem de Bravura é tranqüila e com belas vistas panorâmicas.
Como muitas cidades no sul de Portugal, Lagos também já esteve sob o domínio dos árabes, que construíram várias fortalezas, ou seja, a arquitetura da cidade ainda tem seus resquícios.
Durante o século XV, transformou-se num importante centro naval, que foi justamente na época dos Descobrimentos. A cidade também já foi a capital do Algarve entre 1576 a 1756, e foi severamente atingido pelo terremoto de 1755, daí as suas belas casas dos séculos XVIII e XIX.
Se vieres ao Algarve, não deixe de pôr no itinerário da viagem um passeio de barco em Lagos! Confiram as fotos.












segunda-feira, 16 de março de 2009
Em Braga, café 'A Brasileira' faz 102 anos e reabre reformado
sexta-feira, 13 de março de 2009
Clima pode comprometer 85% da mata amazônica
Este foi o quadro sombrio apresentado pelo Centro Hadley, instituto de meteorologia do Reino Unido, durante o Congresso Científico Internacional sobre Mudanças Climáticas, em Copenhague.
O estudo sobre a resistência de ecossistemas a um nível perigoso de mudança climática usou cerca de 700 simulações em computadores para projetar o destino de florestas e geleiras. Esses modelos traçaram cenários de emissão de gases do efeito estufa e quais seriam as consequências. A partir destes dados, os pesquisadores testaram a sensibilidade da Amazônia ao calor e à seca.
Os resultados, que serão publicados na revista 'Nature Geoscience', são pessimistas. Até 2100, uma elevação entre 1C e 2C causaria uma 'retração' da floresta de 20% a 40%, e os efeitos serão bem mais severos se as temperaturas romperem esse patamar. A pior hipótese testada é uma alta de 4C, que reduziria a Amazônia a apenas 15% do que é hoje.
Segundo Vicky Pope, coordenadora do Hadley, em um planeta mais quente, espécies do cerrado (uma savana) avançaria rumo ao Norte.
'O que descobrimos é que mesmo a mais modesta elevação de temperatura afetará a floresta severamente', disse Pope à Folha.
Projeções sobre a savanização da Amazônia já vinham sendo feitas no Brasil pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Um estudo de 2007 alertava que aumentos de temperatura de '2C a 6C' aliados a períodos de seca mais severos transformariam até 18% da maior floresta tropical do planeta em algo similar ao cerrado.
O novo estudo do Hadley, entretanto, é o primeiro a mostrar, no longo prazo, a relação entre temperaturas específicas e as taxas de savanização.
Os cientistas ingleses também afirmam que uma recuperação da floresta após tudo isso não ocorreria em menos de cem anos. Alguma perda haverá, pois a temperatura global não está longe de alcançar uma elevação 1C em relação a níveis do século 19.
Segundo Pope, a melhor chance de evitar efeitos significativos na Amazônia é limitar a subida da temperatura a no máximo 2C. Para tanto, as emissões de gases-estufa precisariam atingir um pico em 2015 e a partir daí caírem 3% ao ano. Ainda assim, a probabilidade de o aquecimento efetivamente se estabilizar é de 50%.
Folha Online
quarta-feira, 11 de março de 2009
Será? Quer horror...
Poderia comentar, mas prefiro deixar para quem realmente sabe o que irei dizer! Ponto.
segunda-feira, 2 de março de 2009
Depois de morar na Europa, nos Estados Unidos, no Japão e na África, paulistanos falam sobre a readaptação na volta à Metrópole
por Gustavo Fioratti, Revista da Folha
Esse punhado de impressões sobre a maior cidade da América do Sul foi extraído de entrevistas com pessoas que deixaram a cidade e, depois de viverem experiências diversas em terras distantes, voltaram com o olhar modificado.
São relatos pessoais e subjetivos, como quando um chef de cozinha, Jorge Filio, 46, conta que saiu, em 1990, com a impressão de que a cidade "cheirava mal". Depois de viver 17 anos fora, voltou achando que o cheiro ruim desaparecera.
Nesse retrato da metrópole, também há avaliações objetivas sobre a infraestrutura. A cidade mudou depois da Lei Cidade Limpa, constata Ieda Onaga, 26, descendente de japoneses que tentou a vida na terra do sol nascente. A ausência de outdoors e placas a fez ver outras sujeiras. "Sem painéis, dá para ver as pinturas malconservadas, o reboco aparente e a tubulação exposta."
Empurrada pela crise global que atingiu em cheio a indústria japonesa, a decasségui retornou ao Brasil há um mês, na companhia do marido e do filho de um ano. Foi recebida por uma comitiva familiar no desembarque do aeroporto de Guarulhos, acompanhada pela Revista.
Como ela, tantos outros decasséguis, dos 320 mil brasileiros que hoje vivem no Japão, voltaram para São Paulo naquele dia. De acordo com a Japan Airlines, o fluxo de passageiros de lá para o Brasil cresceu entre 30% e 40% no final do ano passado, em relação ao mesmo período de 2007.
O choro na chegada era de saudade e de frustração. As lágrimas de Ieda também foram motivadas por um projeto de vida que falhou. Ainda assim, pela coragem, todos foram saudados em solo brasileiro com salvas de palmas. Ao fundo, a cidade de São Paulo a lhes dar as boas-vindas. As cinco histórias, reunidas nesta reportagem, revelam uma metrópole que se modifica ininterruptamente, sempre pronta a reintegrar quem, um dia, partiu, com ou sem data para voltar.
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Arqueólogos japoneses encontram sarcófagos antigos no Egito
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
Hotéis do Algarve querem incentivar turismo de saúde
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
Com crise, Disney reorganiza parques temáticos e prevê demissões
Os diretores da divisão de parques temáticos da Disney anunciaram nesta quarta-feira (18) um plano de reestruturação que prevê demissões em todos os parques em decorrência da crise financeira.
O grupo busca "simplificar a estrutura operacional, melhorar o processo de tomada de decisões e eliminar as redundâncias", explicou o grupo em um comunicado.
"Estas mudanças são indispensáveis para conservar nossa posição de líderes no turismo mundial familiar e refletem a atual realidade econômica", explicou Jay Rasula, presidente da Walt Disney Parks and Resorts.
O plano prevê a fusão de operações de gestão da Disneyland, na Califórnia, e do complexo Disney, na Flórida.
"As mudanças de organização exigem decisões difíceis, como a eliminação de certas funções", destacou Rasulo.
A Disney destaca que a reorganização terá efeito imediato, após uma queda nas visitas aos parques no final do ano passado, devido à crise econômica mundial.
No começo do ano, a Disney já havia começado a se movimentar para fugir da crise financeira. Entre as medidas, a empresa oferecia descontos e promoções para turistas que visitarem seus parques até 29 de março de 2009.
As promoções incluem ingressos (sete dias pelo preço de quatro para as atrações dos complexos) e preços mais baixos para hospedagem.
Folha de São Paulo
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Alentejo deve lançar plano para estimular turismo interno
quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
"Planeta em perigo" é novo filão para o turismo
Ursos polares e geleiras ameaçadas pela mudança climática, florestas tropicais devastadas pela mão do homem: o turismo rotulado de "planeta em perigo" está fazendo muito sucesso, afirmam profissionais do setor.
"Cada vez mais as pessoas visitam os lugares porque estão convencidos de que vão sofrer mudanças --e elas querem conhecê-los antes que acabem", explicou à agência France Presse o redator-chefe da revista especializada americana TravelAge West, Ken Shapiro.
Segundo Shapiro, o "turismo de catástrofes ecológicas", um fenômeno nascido há dois anos, está se convertendo num filão importante para o setor.
Clientes ocidentais preocupados com o meio ambiente escolhem cada vez mais viagens que lhes permitam ver as geleiras da Antártica, as neves do Kilimanjaro ou a grande barreira de corais australianos, todos ameaçados pelo fenômeno da mudança climática.
"Os roteiros africanos também têm êxito crescente", explica Ross Kennedy, presidente da agência Africa Albida Tourism, que organiza safaris no Zimbábue, com visitas em bangalôs no meio da savana para dormir mais perto da natureza e das feras.
"As mudanças do meio ambiente têm impacto cada vez mais evidente na escolha dos destinos de viagem", explica Kennedy, que estava na Feira Internacional do Turismo (Fitur), que acontece em Madri.
"As pessoas dizem: é preciso ver antes que desapareça", conta.
A empresa dele, que gerencia os bangalôs perto das cataratas Victoria, no rio Zambeze, registrou alta de 4% do número de visitantes em 2008, apesar da instabilidade política do Zimbábue e o número de visitantes norte-americanos praticamente triplicou em quatro anos.
Do outro lado do planeta, os cruzeiros para a Antártica e as geleiras estão se convertendo no "must"do gênero, com um total de 46 mil visitantes na temporada passada, 2.000 a mais do que há cinco anos, indicou a Associação de Operadores de Tour na Antártica.
"A Antártica fascina por sua imensidão, seu isolamento, sua pureza e sua fauna rica em pinguins, focas e baleias", explica Juan Kratzmaier, um argentino de 38 anos que acompanha turistas pelo continente branco.
Também sempre presente no mapa mundial do turismo do meio ambiente está a pequena localidade de Churchill, de 923 habitantes, perdida no fundo da baía de Hudson, no norte canadense, apesar da ausência total de rotas para interligar o povoado com o resto do país.
Batizada de "capital mundial dos ursos polares", o local atrai uma enxurrada de de visitantes que podem ver, devidamente protegidos, os animais ameaçados de extinção.
"Os ursos polares são a principal e única razão pela qual Chrchill tem um lugar importante no mundo do turismo", concluiu Shapiro.
Folha Online, France Presse
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
No Brasil, prefeito promove Lisboa como destino turístico
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Ministério da Saúde recomenda vacina para quem viajar à Inglaterra
Quem tomou as vacinas dupla viral (sarampo e rubéola) e tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) em 2008, durante a Campanha Nacional contra a rubéola, está imunizado.
